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terça-feira, 17 de maio de 2016

Aquedutos romanos: praticidade e objetividade na Antiguidade


Os aquedutos romanos são marcantes na arquitetura daquela civilização.

Ao pensarmos na Roma Antiga, quase sempre nos direcionamos a um passado remoto e cheio de coisas antigas. Ao estudar essa antiga civilização, é possível perceber que ao contrário, os romanos eram muito avançados em diversas áreas, sobretudo, na arquitetura, tendo criado conceitos que chegaram até mesmo as construções dos nossos dias.
Na ilustração acima está a representação de um aqueduto, que como o nome já diz: é uma obra cuja função é conduzir água. Embora os aquedutos não tenham sido propriamente uma invenção romana, foi nessa civilização que o sistema de abastecimento de água mais se desenvolveu na Antiguidade.
O sistema de aquedutos romanos chegou a contar com um que possuía 90 km de extensão (maior que o metrô de muitas cidades brasileiras, por exemplo) e refletia simbolicamente, a filosofia romana, sempre pautada na objetividade e na praticidade.
Além dos aquedutos - que suspendiam a canalização da água - havia um encanamento subterrâneo. Esse conhecimento foi aprendido com os etruscos e foi logo adotado por conta do preço da obra, que na prática era mais barato que o outro método.
Nessas construções, a função dos arcos não era a de embelezar e sim, de garantir que além de levar a água, os aquedutos suportassem o peso da mesma. Internamente haviam canais revestidos de cimento cuja função era levar o liquido até os arredores das cidades, onde era despejado em reservatórios. De lá, era levada em canos de bronze para as termas (banhos públicos) e para a casa dos mais ricos. 

Créditos:

Aline Vitória, Fernanda Flores, Hiago Neves, Jackeline Lima,Pedro Oliveira, Vitória Barbosa, Thiago Oliveira (Charles - 2015)

sábado, 12 de dezembro de 2015

Abrahan Lincoln - presidente dos Estados Unidos na Guerra Civil:


1. O presidente Abraham Lincoln e a bandeira de seu país.

Um dos três presidentes americanos que até os dias atuais é mais lembrado, Abrahan Lincoln, ficou imortalizado pela difícil missão que teve: unir o país durante a Guerra Civil americana. É também mencionado na História como o primeiro presidente americano assassinado e por sua luta contra a escravidão, tendo abolido essa prática dos Estados Unidos em 1864. 


2. Com a cartola que lhe era característica.

Considerado um homem muito inteligente, Lincoln adquiriu conhecimento de maneira autodidata, tornando-se advogado. Teve uma carreira política bastante consistente até chegar ao cargo máximo da política estado-unidense. É considerado um ícone dos valores republicanos e democráticos. Após o final da Guerra Civil, conseguiu de maneira muito habil unir o país e reconstruir o país. Seu assassinato gerou grande comoção, mas seus ideais jamais foram esquecidos pelo povo que se refere a ele com muito carinho mais de 150 anos depois de sua morte.

Créditos:
1. Giovanna Safannauer - 8ºB
2. Kamili - 8º B

Napoleão Bonaparte - de indisciplinado a imperador:

1. Napoleão representado como imperador que gostava de ter poder político e militar,

Napoleão Bonaparte é a grande figura política que ascendeu no momento imediatamente após as mudanças da Revolução Francesa. De 1804 a 1814, e durante alguns meses, foi o imperador Napoleão I, grande responsável pelo poder hegemônico que a França teve durante algum tempo na Europa. 

2. Com a espada, o imperador francês soube impor sua nação em início do século XIX na Europa.

Do exercício militar à ascensão política, tudo ocorreu de maneira meteórica. Napoleão Bonaparte era descendente de uma família da nobreza italiana, que se estabeleceu na França no século XVI. Por causa de sua indisciplina, foi imediatamente enviado a escola, tendo na pessoa de sua mãe a severidade necessária para se aprumar. Em 1874, entrou na Escola Militar de Paris (apenas 5 anos antes da Revolução Francesa) e no ano seguinte se tornou segundo tenente. Apoiou os jacobinos e foi promovido a tenente-coronel. 
Chegou ao poder no golpe do 18 Brumário em 1799 - o que equivale a 09 de novembro no nosso calendário. É uma figura histórica bastante controversa e que tem importância para o entendimento de muitos países, o Brasil, inclusive. Temendo a invasão das tropas napoleônicas em Portugal, Dom João VI veio para as terras tupiniquins com toda a sua corte e estabeleceu acordos com a Inglaterra que mudariam para a sempre a vida dessas nações.

Créditos:
1. Giovana Aparecida - 8ºB
2. Ieda Rodrigues - 8ºB

Cavaleiro Medieval - sua representação:


Cavaleiro medieval em ação.

Um dos personagens mais emblemáticos da Idade Média, é o cavaleiro. Recebendo das mãos do rei a incumbência de proteger as terras ou da Igreja a missão de expandir a fé na cristandade, os cavaleiros colocavam a própria vida a serviço de seus senhores, sendo por isso mesmo, vassalos da mais honrosa estirpe.
Na ilustração, o cavaleiro levava a fé cristã representada em seu escudo e no estandarte. Através desses bravos homens a Europa Medieval pode estender seu poder até lugares remotos e se estabelecer no mundo oriental inclusive. 
Os cavaleiros permanecem no nosso imaginário com toda a pompa e circunstancia, mas é provável que sua realidade de batalhas constantes (para impor as conquistas), não tenha sido de boas roupas, nem tampouco de austeridade, como nos acostumamos a vê-los nas representações. É certo que sua presença, mesmo que menos imponente, foi fundamental para a construção do mundo pré-renascentista que pouco a pouco fez surgir a nossa realidade.

Crédito:
Lucas - 7ºD

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Frida Khalo


A artista mexicana Frida Khalo.

Frida Khalo é talvez a mexicana mais importante do século XX, portadora de poliomielite, desde a infância conviveu com inúmeras dificuldades - seja o relacionamento conturbado dos país, seja pelas limitações físicas - que não a impediram em nada de estudar e prosseguir na sua vida com bravura, Aos 18 anos, Frida sofreu um acidente de bonde que quase a matou, ficando meses entre a vida e a morte, passando por várias cirurgias de reconstituição e usando diversos tipos de coletes ortopédicos. Mesmo assim, a artista sobreviveu e usou o período mais dramático de sua vida como inspiração para algumas de suas obras.
Em 1928, após sua recuperação, ao entrar no Partido Comunista, conhece Diego Rivera, um muralista, que tem grande influencia em sua obra. Um ano depois, os dois se casam. Nesse período, a arte de Frida Khalo se aproxima de suas raízes mexicanas e dos temas do folclore e da arte popular do México. A artista passa um longo tempo nos Estados Unidos e no seu retorno, recebe a visita em sua casa de Leon Trotski, com quem teve um caso. 
Seu relacionamento com Diego Rivera era extremamente conturbado, mas um grande amor os unia, Foram casados duas vezes. A arte dela - interpretada por muitos (erroneamente) como surrealista - aprendeu muito com a arte dele.
Um dos pontos mais marcantes de Frida Khalo são seus auto-retratos, que mostram em cores vibrantes, o universo da artista sobre si mesma. A artista que viveu os tempos da Revolução Mexicana, foi bastante ousada e a frente do seu tempo, deixando-nos como herança uma arte que mostra uma profusão de cores e símbolos do século XX.

Crédito: 
Adriely Baptista - 3ºB

Vasos ou ânforas: se esses elementos gregos representassem a nossa realidade?

Na Antiguidade Clássica, mais precisamente na Grécia Antiga, os vasos tinham uma função de destaque: serviam pra armazenar água, vinho, salmoura, azeite, etc., que assim podiam ser transportados ou simplesmente melhor acomodados para o uso cotidiano. A palavra ânfora, de origem latina, tem como significado "carregar" e representa, justamente os vasos gregos.
Na Grécia, alem de armazenar e transportar os líquidos, os vasos (ou as ânforas) eram ilustrados com temas do cotidiano, Assim, para a historiografia, fica fácil precisar quando foram feitos, pois basta analisar as ilustrações para ter noção do período ao qual pertenceram.
Como desafio, alunos do 1º ano do Ensino Médio foram incentivados a produzir vasos inspirados na Antiguidade Clássica, cujo conteúdo das ilustrações fosse contemporâneo. Como seria uma ânfora de 2015?



1. Essa ânfora estaria ornamentada com a literatura juvenil do nosso tempo, a família, os amigos e os smarthphones. O conteúdo seriam flores, já que nos tempos modernos há diversos recipientes para guardar os líquidos.


2. Aqui, o cotidiano é retratado com a agitação da vida moderna: o descanso (raro), o ônibus para o transporte, as horas passadas em frente a TV, os estudos, a refeição e o trânsito.



3. O tempo é uma das maiores preocupações contemporâneas, assim como os diversos afazeres na cidade, a música, o trânsito e o desejo de estar em meio a natureza.


4. Esse vaso possui elementos do nosso tempo: as comunicações, os transportes, a música, a natureza.


5. Os inúmeros meios de transporte, a tecnologia moderna, os calçados, a cosmética, a música, os aplicativos, a necessidade de dormir em meio a correria. Tudo isso está presente nessa ânfora.


6. Aqui uma menção a crise hídrica de São Paulo, quando se abre as torneiras e não se encontra água.


7. Aqui um resumo do mundo em que vivemos: sabemos que a Terra é redonda, o dinheiro é o que garante o poder, temos a capacidade de produzir muito conhecimento e ainda há a sede por liberdade.


8. Dos esportes ao tablet, dos transportes à pescaria, sem nos esquecer de que o dinheiro é quem paga por tudo isso.

Créditos:

1. Pamela - 1ºI 
2.Beatriz, Gabriel, Jorge, Mike e Paulo - 1ºI 
3.Fernando, Jackeline e Pedro - 1ºJ
4.Aline, Hiago, Thiago e Vitória - 1ºJ
5. Ellen, Kauane, Mikkaelly e Rafaela - 1º J
6. Larissa e Kamila - 1ºJ
7.Jorge, Matheus Silva, Matheus Pereira, Otávio e Ruan - 1º J
8. Gabriela, Hanna, Ingrid, Jeremias, Klayve, Vitória - 1ºJ 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Hieróglifos - a escrita do Egito Antigo:


1. A escrita hieróglifa: uma das mais antigas do mundo.

No Antigo Egito, desenvolveu-se uma escrita muito particular, baseada em desenhos, tinha a função de registrar as riquezas dessa civilização ou o próprio cotidiano dessa sociedade tão importante da Antiguidade. A palavra hieróglifo vem do grego e significa "escrita sagrada" porque esse conhecimento só pertencia a alguns poucos privilegiados que quase sempre eram ligados à religião, como os sacerdotes, por exemplo.
Sua composição era repleta de símbolos desenhados com bastante cuidado,  embora entendidas por uma pequena parcela de privilegiados que compunha a sociedade egípcia. Para garantir o entendimento de quem a desvendasse, era necessário que os símbolos fosse desenhados de maneira muito meticulosa, evitando-se assim que a escrita não pudesse ser entendida pelo seu respectivo leitor.
O uso do hieróglifo era comum nos templos e túmulos e possuíam uma leitura e escrita muito diferente da nossa, não apenas por seus símbolos diferenciados, mas até mesmo na disposição dos mesmos e no seu entendimento. Muito distante do nosso padrão de escrita linear e entendido da esquerda para a direita, por exemplo.
Os hieróglifos são o simbolo da cultura egípcia mais presente na nossa memória coletiva, ficando atrás apenas dos papiros e das pirâmides. Era com essa escrita que os escribas registravam as informações mais importantes daquela sociedade. Graças ao trabalho árduo de diversos profissionais como arqueólogos, paleontólogos, historiadores, entre outros, podemos ter acesso a esse conhecimento nos dias atuais.


2. Comparada a nossa escrita atual, os hieróglifos são bastante diferentes e sua simbologia chega até mesmo a ser bastante curiosa.


Alunos do terceiro ano do Ensino Médio foram convidados a exercitar essa escrita, embasados evidentemente na nossa escrita atual. Se pudéssemos escrever através desse sistema, como seria? Alguns nomes desses mesmos alunos foram traduzidos para essa escrita. Vejamos a escrita hieróglifa, de um modo que nos é compreensível:



Beatriz


Gabriel


Hellen


Larissa


Letícia


Luanda


Marcela


Marina


Matheus




Sabrina Romano


Stephanie


Tamires


Victor

Créditos:

1. João Paulo dos Santos Brito - 3ºA
2. Jennifer Alves - 3ºA
Beatriz Jacobsen - 3ºA
Gabriel Nascimento - 3ºC
Hellen Cristina - 3ºA
Larissa Pereira Melo - 3ºA
Letícia Mendes Góis- 3ºC
Luanda C. Araújo Nascimento - 3ºA
Marcela Fernandes - 3ºA
Marina Laurindo Dias- 3ºC
Matheus da Silva - 3ºA
Sabrina Romano- 3ºC
Thamires Santos Pereira - 3ºA
Victor Vagner - 3ºA

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

As pirâmides do Egito - patrimônio cultural da humanidade:


 Destaque para o clima desértico e as pirâmides do Egito.


O Egito é um país dos mais antigos e peculiares da História. Citado na bíblia, o país foi cenário de alguns eventos importantes citados no livro sagrado. Foi lá que Moisés nasceu e de lá fugiu com o povo hebreu da escravidão, rumo a terra prometida. Sua localização ia além da atual, compreendendo diversos países que permanecem nas margens do Rio Nilo.
Seu clima desértico tornava o clima um tanto quanto desagradável, com altas temperaturas durante o dia e temperaturas baixíssimas durante a madrugada. Por conta do deserto, um dos animais mais utilizados na região para transportar cargas e pessoas é o camelo. 
A unificação entre as duas regiões, conhecidas como Alto e Baixo Egito se deu no governo de Narmer - o primeiro faraó do Egito. Os faraós,  detinham o poder político, espiritual e militar. Séculos antes do nascimento de Cristo, o país já contava com uma estrutura complexa de poder e sociedade, tendo inclusive um funcionalismo público para colaborar com os serviços prestados ao público.
Quem fazia os registros eram os escribas, responsáveis pelos cálculos e demais registros das riquezas dos faraós. A escrita do Egito era hieróglifa - repleta de símbolos. De tão próspero, houve presença egípcia até mesmo próxima ao Rio Eufrates (da Mesopotâmia).
Um dos símbolos mais conhecidos do Egito Antigo são as pirâmides, consideradas um patrimônio cultural da humanidade, tendo sua importância artística e cultural reconhecida até os dias de hoje. Construídas para serem o túmulo dos faraós Queóps, Quefren e Miquerinos, foram um dos primeiros grandes desafios arquitetônicos criados pelo homem. Nelas, os faraós ficavam mumificados, tendo seu corpo preservado após a morte.
Por volta de 31 a.C., a civilização egípcia que já se encontrava em declínio, foi conquistada pelo Império Romano e se tornou uma província, perdendo seu governo próprio.

Crédito:
Karen, Luciana e Marcos - 7º ano D

sexta-feira, 29 de maio de 2015

A idealização do MASP por Lina Bobardi:

Na imagem é possível ver como Lina Bo Bardi concebeu o MASP: no vão livre estariam obras de arte cercadas pela natureza.

O MASP - Museu de Arte de São Paulo - é um dos melhores museus do mundo com obras fundamentais de artistas das mais diversas escolas de arte do mundo e de epocas importantes. Da Idade Antiga aos tempos atuais. Tem sua história iniciada em 1947, em outro endereço, na Rua Sete de Abril (República). Foi criado por Assis Chateubriand e Pietro Maria Bardi.
Possui um acervo de mais de 8.000 obras. De Van Gogh à Picasso. De Bellini à Renoir. De Maestro Del Bigallo à Raffael. São muitas as escolas de arte. Para todas elas, sua casa é moderna e fica no coração de São Paulo com vista privilegiada: ao fundo o Parque Trianon e suas árvores que refrescam e dão o tom de verde à selva de pedra e a frente a Avenida Nove de Julho, a ideia original era a de que pudesse ter vistas para a Serra da Cantareira, hoje na visão há prédios, contudo, ele aparece suntuoso na cidade.
O MASP não é outra coisa senão o palácio das artes na capital paulista e tem a beleza que a cidade merece, numa construção que não apenas povoa o imaginário do paulistano, mas que é surpreendente e fundamental como a cidade. Um dos cartões-postais e simbolo da metrópole.
A construção atual é uma idealização de Lina Bo Bardi que para o Vão Livre do MASP, pensou numa área aberta repleta de arte e cercada pela natureza. As pessoarias curtiriam o espaço livre em meio a obras de arte e a natureza. Antes mesmo de estar na moda o tema sustentabilidade, a artista elaborou um projeto que unia arte e natureza. O que provavelmente Lina não poderia imaginar é que ao invés de abrigar obras de arte, o local serviria no futuro como palco de reuniões, assembleias, feirinhas e encontros de todo o tipo, mas não deixa de ser o melhor e mais bonito ponto de encontro de Sâo Paulo.

Para saber mais:

  • O MASP funciona de terça a domingo das 10:00 às 18:00;
  • Estudantes, professores e aposentados pagam meia entrada.
  • Para chegar ao museu de metrô basta acessar a linha verde do Metrô e descer na Estação Triano-Masp;
  • Em frente ao museu tem um parque bastante arborizado, o Parque Trianon. 

segunda-feira, 23 de março de 2015

ESPECIAL GREVE: Charges

Desde o último dia 13 de março, os professores do Estado de S. Paulo estão de greve. É um movimento que cresce a cada dia, e que não tem a mesma visibilidade da greve de seus colegas paranaenses ou brasilienses (também ocorridas em 2015) posto que a mídia (sobretudo televisiva) não vem noticiando as multidões de professores que vem ocupando as ruas de São Paulo nas últimas sextas-feiras. 
Se por um lado a opinião pública vem se calando sobre o assunto (de suma importância para toda a sociedade), por outro, artistas talentosíssimos vem dando o seu apoio aos professores paulistas. Na postagem "O apoio de Clóvis", publicada no último sábado, fica evidente esse apoio, carinho e homenagem prestada por chargistas solidários aos mestres (com carinho). 
As charges são ilustrações que satirizam uma realidade política, normalmente usam da caricatura para se expressar e assim destacar uma situação que aos olhos do chargista merece destaque, gerando assim uma reflexão sobre o assunto. Charge é uma palavra de origem francesa e significa carga. No Brasil, as charges sempre estiveram presentes nas críticas ao governo, desde os tempos de Brasil Império, quando a imprensa da época publicava charges que criticavam o imperador D. Pedro II, por exemplo:
Vejamos algumas charges que aludem à greve dos professores:

Charge 01: Do site Brasil de fato, mostra a presença militar nas manifestações e assembleias das greves de professores.


Charge 02: Apesar de essa charge  de Latuff ter sido feita por causa da discussão em torno do Movimento Passe Livre, foi resgatada por ocasião da greve dos professores. Motivo: em 15/03, no ato contra o governo federal, as catracas do metrô foram liberadas. Em 20/03, durante a assembléia de professores não, o que gerou filas quilométricas. Dois pesos e duas medidas.


Charge 03: Nesta charge, que circula pelas redes sociais desde janeiro de 2015, o artista critica o governador Alckimin por suas medidas de contenção de despesas, que na prática levaram ao fechamento de salas e consequentemente, a superlotação das que restaram.



Charge 04: Infelizmente não foi possível identificar o autor da charge. Nela, o artista mostra o governador como manipulador de seus funcionários de alto escalão da Secretaria da Educação, na tentativa de conter o movimento grevista.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Mitologia - Dânae para entender o poder dos raios solares:

Os mitos, durante muito tempo consistiram na única explicação plausível para o homem entender o mundo e os diversos fenômenos da natureza. Eles estão presentes em diversas civilizações da Antiguidade e possuem símbolos e personagens fictícios que muitas vezes se misturavam com a realidade.
Povoaram o imaginário de muitos povos e até hoje estão presentes no cinema, na literatura, nas diversas linguagens que utilizamos no nosso cotidiano e no entretenimento. Muitos mitos foram usados até mesmo de maneira religiosa pelos povos antigos que eram politeístas, isto é, acreditavam em diversos deuses. 
Para ilustrar uma explicação mítica a cerca da fecundação da terra e o poder dos raios solares sobre a mesma, vejamos a história de Dânae:


A chuva de ouro sobre Dânae.

Dânae era filha do rei Acrísio e de Eurídice, de Argos. Um oráculo previu que o rei seria morto pelo neto, filho de sua unica filha. Para impedir a tragédia, o rei trancou a princesa numa caverna de bronze, para impedir que assim ela se envolvesse com alguém e pudesse engravidar.
Porém, Zeus se apaixonou perdidamente por Dânae. Para ter acesso a amada, ele se transformou em uma chuva de ouro, assim, pode ficar nos braços da amada por uma noite e desta forma, a engravidou. Dessa relação nasceu Perseu.
Quando o rei Acrísio soube da gravidez da filha, ficou profundamente irritado. Mandou lançar mãe e filho no Mar Hegeu, dentro de um cofre. Estes foram salvos por Dictis, que os abrigou e protegeu até que a criança crescesse. Mais tarde, já adulto, o rapaz matou o avô, vingando-se do que sofrera ao lado da mãe.

Crédito:
Adriély Baptista - 3ºB

domingo, 12 de outubro de 2014

O que aprendi em História???





Eis a publicação das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo de 2014 pelos alunos da E.E. Charles de Gaulle sob a orientação da autora do blog. Esse ano nas aulas de História foi possível aprender fazendo arte. As atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo mostram que além dos conteúdos trabalhados fica bastante evidente o talento de muitos alunos no uso de outras linguagens como o desenho e a pintura e a presença da interpretação de texto nessas formas de expressão. 

Segunda Guerra Mundial Ilustrada:


1. A Segunda Guerra Mundial

Certamente o acontecimento mais marcante do século XX é a Segunda Guerra Mundial, ocorrida entre 1939 e 1945 e que envolveu todas as grandes potências mundiais do período. Evidentemente, sua ocorrência está intimamente ligada às marcas deixadas pela Primeira Guerra Mundial e foi fundamental para a escrita da História Contemporânea. Os números do conflito impressionam e dão a exata dimensão de seu tamanho. Mais de cem milhões de militares foram mobilizados. Cerca de 70 milhões de mortes foram registradas, além de 35 milhões de feridos. Foi o conflito mais destruidor da história da humanidade. Os motivos que a deflagraram estão ligados ao avanço do nazi-fascismo que se expandia na Europa. A Alemanha de Hitler e a Itália de Mussolini além de total domínio de seus países, objetivava ampliar seus territórios. Para tanto, começou a investir contra pequenos países europeus.
O início da Guerra se deu quando a Alemanha nazista - comandada por Adolf Hitler - invadiu a Polônia em 1939, o que gerou como reação, a declaração de guerra contra a Alemanha por parte da França. A disputa na guerra se deu entre duas forças opostas e antagônicas, a saber:
  • Aliados - Estados Unidos, Império Britânico, União Soviética, França, Polônia e Brasil. 
  • Eixo - Alemanha, Itália e Japão.

2. As grandes potências mundiais da época se uniram contra o nazi-fascismo.


                    3. Um dos países do eixo era a Alemanha nazista, representada pela Suástica.

A principal disputa do conflito fica aqui expressa em forma de Mangá: duas forças poderosas e antagonicas - os Estados Unidos - representado pelo seu icone do século XIX, o Tio Sam, contra o líder dos nazistas - Adolf Hitler. Eis as forças principais da Segunda Guerra Mundial:


4. Hitler x EUA representado pelo Tio Sam - duas forças antagônicas do maior conflito mundial de que se tem notícias na História.

Na Segunda Guerra, todo o conhecimento científico foi utilizado pelas potências mundiais em busca da vitória. As indústrias ficaram a favor dos seus países e muitas vezes converteram sua produção em armas e demais materiais bélicos. Outro diferencial do conflito foi o uso de aviões nos combates, que diferente de outras guerras, onde os combates só ocorriam por terra ou por mar, passaram a ocorrer no ar com grande intensidade e profissionalismo. Apesar de já terem sido usados no primeiro conflito mundial,  foi no segundo que se firmaram na estratégia de guerra.A entrada do Brasil no conflito,  já na década de 1940,  se deu justamente com o envio da FAB - Força Aérea Brasileira - que é composta por aviões manuseados pelo Exército Brasileiro,  que enviou alguns de seus homens para o conflito no território europeu.


5. Os aviões foram muito usados,  tanto pelo Eixo, quanto pelos aliados.

A entrada do Brasil no conflito,  já na década de 1940,  se deu justamente com o envio da FAB - Força Aérea Brasileira - que é composta por aviões manuseados pelo Exército Brasileiro,  que enviou alguns de seus homens para o conflito no território europeu.


        6. Aviões da FAB fizeram parte da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial.

Um dos momentos mais emblemáticos da Segunda Guerra Mundial foi a bomba atômica lançada contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki no final da guerra,  já em 1945. Pela primeira vez o mundo assistiu ao uso de uma arma nuclear contra um país e contra civis. Ao todo,  as bombas exterminaram mais de 250 mil pessoas imediatamente ou por conta da forte radiação. Isso levou à imediata rendição do Japão no conflito e consequentemente o fim da guerra.


       
 7. Bomba atômica destrói duas cidades japonesas: Hiroshima e Nagasaki.

Contudo, foi através do final da Segunda Guerra Mundial que o mundo teve conhecimento do que realmente se passava na Alemanha nazista e de todo o horror causado por Adolf Hitler e da perseguição ao povo judeu. Já se tinha conhecimento dessa perseguição,  mas não se tinha a dimensão do que era feito nos campos de concentração. Somente quando os americanos e os russos entraram na Alemanha,  filmando o que se passou por lá,  que o mundo realmente teve acesso ao que aconteceu durante o período de domínio nazista na Alemanha.


               8. Hitler foi responsável pela morte de milhões de judeus durante todo tempo em que comandou a Alemanha nazista, no genocídio conhecido por Holocausto.

Os relatos a respeito desse período são muito impressionantes e exercem grande fascínio nas pessoas até os dias atuais. São sucesso na venda de livros e nas bilheterias dos cinemas. O filme A Vida é Bela, por exemplo, que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro de 1998, mostra a história de pai e filho judeus presos pelos nazistas na Itália e enviados para um Campo de Concentração. O livro O Diário de Anne Frank relata a história de uma garotinha judia que fugiu por um longo tempo dos nazistas mas que posteriormente acabou sendo morta. O diário de Anne foi publicado e emociona a muitos, mesmo depois de tanto tempo.


9. O horror vivido em todo o período conflituoso, provavelmente jamais será esquecido.

Outra obra bastante lida e difundida é Mein Kampf, o diário do próprio Adolph Hitler, nele constam as idéias que despertaram o nazismo. O livro está banido há quase 70 anos. Consiste numa obra bastante controversa da qual muitos usam para negar os horrores da Segunda Guerra. O fato é que ele é intimamente ligado ao despertar de tudo o que ocorreu entre a década de 1930 e 1940 na Alemanha e fora dela. Pensar e refletir sobre as grandes guerras é de suma importância pois elas desenharam o mundo em que vivemos em todas as áreas de nossas vidas.


10. Nessa Ilustração é feito um resumo do que representou a Segunda Guerra Mundial.

Créditos:

1.Jéssica - 3ºB
2.Matheus Gustavo - 3ºB
3.Carolina - 3ºB
4. Natan - 3ºA
5.Melanie - 3ºB
6.Pâmela - 3ºB
7.Ailton - 3ºB
8.Emanuela Caroline - 3ºC
9. Mateus e Willian - 3ºC
10.Adriana - 3ºA

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A lua adversa de Cecília Meireles ilustrada por Adriélly Batista:

Para ilustrar a obra de Cecília Meireles - uma das grandes representantes da cultura brasileira no século XX - as professoras Silvia Stein e Cileide, elaboraram um projeto de ilustrações baseadas na poesia dessa grande mulher. Cecília Benevides de Carvalho Meireles, era carioca filha de um casal dos Açores. Tendo ficado órfã ainda pequenina, foi criada pela avó que a criou com todo o carinho. Aos 18 anos, publicou seu primeiro livro de poesias e teve sua obra muito ligada ao Movimento Simbolista, embora tenha vivenciado o período modernista de perto. Por carregar elementos de diversos movimentos artísticos, sua poesia é considerada atemporal. Segue uma poesia, ilustrada por Adrielly Batista, do 2ºB:


Lua Adversa

Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...

Cecília Meireles

sábado, 16 de agosto de 2014

História dos Estados Unidos em ilustrações e HQ:


1. Um resumo da História dos E.U.A

Para contar a História dos Estados Unidos, alunos das sétimas séries da E.E. Charles de Gaulle, desenharam aspectos e ícones representativos que dão conta da formação de uma das nações mais importantes da atualidade sobre todos os aspectos. Através de ilustrações, será possível entender como se deu o processo de formação de um dos países mais amados e odiados do mundo. A origem dos Estados Unidos, se deu através das Treze Colonias que se estabeleceram na América do Norte e que eram colonias de povoamento pertencentes a Inglaterra. Por muito tempo, elas permaneceram esquecidas naquele território. Contudo, ao se dar conta da riqueza em potencial que ali estava, a Metrópole resolveu interferir na vida da colônia e passou a cobrar duros impostos. 
Em pouco tempo, as Treze Colonias passaram a ser muito exploradas e para reverter essa situação, se uniram, protagonizando uma revolução em 1776, que culminou com sua declaração de independência aos 04 de julho daquele ano.


2. Nessa HQ, um pouco da agitação que deu inicio ao processo revolucionário.

A Revolução Americana começa liberal, imbuída dos princípios iluministas que estavam surgindo e se difundindo no século XVIII pela Europa. As idéias de liberdade, igualdade e fraternidade atraíam os antes oprimidos ex-colonos. Foram muito bem recebidas e fizeram parte da Constituição dos Estados Unidos desde a formação do país.


3. As autoras dessa HQ, mostram da colônia ao grito de liberdade.

A França, inimiga histórica da Inglaterra, foi de ajuda fundamental à independência das Treze colonias. Seu patrocinio foi crucial para que os revoltosos conseguissem alcançar exito rapidamente. Uma das primeiras nações a reconhecer a autonomia das Treze Colonias, foi justamente a França, no próprio ano de 1776. Curiosamente, após essa ajuda, a o país amigo entrou em uma crise, que posteriormente deu origem à Revolução Francesa. No país nascente, foi elaborada uma nova bandeira, simbolo máximo da nova nação. A atual, foi concebida a partir de 1795. Mas sempre esteve próxima a esse modelo que conhecemos em suas cores e formas. 


4. Aqui foi feita, grosso modo, uma ilustração da bandeira dos Estados Unidos que já passou por muitas mudanças, sem perder seus elementos fundamentais. 

Na bandeira estado unidense, o vermelho e branco, significam as Treze Colônias. O vermelho representa  resistência e coragem. O branco, inocência e pureza, o azul e branco são a perseverança, justiça e vigilância. Outro símbolo muito importante para os americanos, é o Tio Sam, que representa a própria personificação do país. Ele surgiu no século XIX, durante a Guerra Anglo-Americana de 1812, mas seu primeiro desenho data de aproximadamente 1870. Há quem diga que o Tio Sam é na verdade a representação de um presidente americano. Para alguns é o ex-presidente Andrew Jackson e para outros, seria Abraham Lincoln. Essa personagem teria sido elaborada por soldados americanos. Nessa ilustração, o aluno fez o Tio Sam de acordo com a minha descrição sem ter visto a imagem como de fato é. 


5. Nessa representação, o Tio Sam aparece jovem. 

O local mais emblemático dos Estados Unidos é a Casa Branca, sede oficial do governo, é residencia e local de trabalho dos presidentes americanos.  Foi construída no período imediatamente após a revolução e o processo de independência, entre 1792 e 1800. Desde então, nela habitam todos os presidentes da República e suas respectivas famílias. De lá é comandada toda a vida política dos Estados Unidos e são tomadas decisões que tem impacto mundial. Em 1814, a Casa Branca foi incendiada, assim como a cidade de Washington. O primeiro presidente a estabelecer residência na Casa Branca foi John Adams e o que atualmente a ocupa é Barack Obama


6. Casa Branca: residência oficial dos presidentes americanos e sede do poder executivo.

Dentro os muitos símbolos e ícones americanos, há dois em especial que merecem destaque: o primeiro refere-se a Estatua da Liberdade, monumento de independência cujo nome é A liberdade iluminando o mundo, que os americanos receberam dos franceses no primeiro centenário de autonomia política americana. Localizada numa das ilhas de Nova York, foi por décadas um dos locais mais visitados do mundo, virando área restrita depois do 11 de setembro. Outro ícone famoso e querido principalmente pelas crianças, é o capitão América, personagem criado durante a Segunda Guerra Mundial, onde vencia os nazistas. Após longo tempo no ostracismo, o Capitão América ressurgiu algumas vezes ao longo do século XX e mais recentemente, fascinando crianças e jovens da atualidade.


7. Nessa ilustração, a bandeira, o Capitão América e a estátua da Liberdade. Muitos icones numa mesma representação.

Créditos das ilustrações e HQ's
1. Camila, Isabeli, Lilian Júlia e Sabrina - 7ªB
2. Vitória Oliveira - 7ªB
3. Ana Carolina, Maria Eduarda, Milena e Victor Samuel - 7ªB
4. Agson, André, Cristopher, Jorge Luiz e Luis Fernando - 7ªA
5. Gabriel dos Santos Silva - 7ªA
6. Giovana Silva, Grazielle, Kathleen Correia e Rayane Letícia - 7ªA
7. Bruno, Marcos Paulo e Matheus Ryan - 7ªB